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Esposa e filhos de Moro estavam entre os alvos do PCC

Promotor que solicitou transferência de Marcola também ficou na mira da facção; nove pessoas já foram presas

A esposa do ex-juiz e senador Sérgio Moro (União Brasil-PR), a deputada federal Rosangêla Moro (União Brasil-SP), e os filhos do casal, também eram alvos do plano de sequestrar e matar servidores públicos e autoridades brasileiras.

Além deles, o promotor, Lincoln Gakyia, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), de Presidente Prudente, interior de São Paulo, estaria entre na mira da facção. Em 2018, Gakiya solicitou a transferência do chefe do PCC, Marcola, de São Paulo para um presídio federal. Em 2019, ele foi encaminhado para um presídio federal em Brasília.

Na manhã desta quarta-feira, 22, a Polícia Federal realizou uma operação contra o grupo criminoso. Até por volta de10h, nove pessoas já haviam sido presas.

De acordo com a PF, além de homicídio, extorsão mediante sequestro também era uma das ações planejadas pelo grupo criminoso. Os principais investigados vivem nos estados de São Paulo e Paraná, mas alguns alvos se concentram em Rondônia, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. Ao todo, 24 mandados de busca e apreensão e 11 de prisão em São Paulo, estão sendo cumpridos.

“Os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea, e os principais investigados se encontravam nos estados de São Paulo e do Paraná”, diz a PF.

Após a descoberta do plano, o Ministério Público de São Paulo, que investigava o grupo desde janeiro, compartilhou as informações com a Polícia Federal.

Nas redes sociais, Moro atribuiu os planos ao PCC. O senador fará um pronunciamento na sobre o caso nesta quarta-feira, 22, na tribuna do Senado Federal.

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